Segue abaixo um resumão de genética para aqueles que já leram um pouco sobre o assunto e querem se lembrar do que leram de uma forma rápida e eficiente. Não sei se ficou um pouco confuso, me avisem se for o caso.
Pensamentos de uma pré-vestibulanda nerd
Porque podemos tornar o ano de preparação para o vestibular em algo interessante, e talvez até divertido.
domingo, 12 de maio de 2013
Pré-vestibulandos Dormindo pela Escola
De manha, bem cedo,
Quase que de madrugada,
Como mendigos, sem lar,
eles dormem
O sono preocupado,
desesperado,
culpado,
eles dormem
Sobre suas bolsas em que tudo cabe
Tudo o que, quando acordarem, irão precisar
para, sozinhos na vida, sobreviverem,
eles cochilam
Maltrapilhos, mal-vestidos,
Com seus gastos casacos,
Jogados pelos lados, esquecidos,
Sozinhos, ficam adormecidos
Na arquibancada da quadra,
Nas mesas, nos bancos,
Deitados, sentados,
contidos nos cantos,
tortos sem jeito...
assim dormem os mendigos,
sem casa, sem lar, sem comforto,
sem futuro certo.
ps.: os mendigos da comparação são os que assim o são por falta de opção ou oportunidade, e não por qualquer outro motivo (não que outros motivos não existam, que fique claro).
Quase que de madrugada,
Como mendigos, sem lar,
eles dormem
O sono preocupado,
desesperado,
culpado,
eles dormem
Sobre suas bolsas em que tudo cabe
Tudo o que, quando acordarem, irão precisar
para, sozinhos na vida, sobreviverem,
eles cochilam
Maltrapilhos, mal-vestidos,
Com seus gastos casacos,
Jogados pelos lados, esquecidos,
Sozinhos, ficam adormecidos
Na arquibancada da quadra,
Nas mesas, nos bancos,
Deitados, sentados,
contidos nos cantos,
tortos sem jeito...
assim dormem os mendigos,
sem casa, sem lar, sem comforto,
sem futuro certo.
ps.: os mendigos da comparação são os que assim o são por falta de opção ou oportunidade, e não por qualquer outro motivo (não que outros motivos não existam, que fique claro).
domingo, 5 de maio de 2013
De Exatas??
Texto extraído do livro "História Global, Brasil e Geral", de Gilberto Cortim, com algumas modificações:
"A Compreenção entrepassado e futuro pequeno e grande é uma das questões mais intrigantes da história química. Em nossa opinião, a escrita a representação da história química não pode ser isolada de sua época função prática. O historiador químico vive seu tempo tem sua função, por isso, a história que ele escreve química na qual ele faz representações está ligada à história que ele vive função que ele desempenha. Problemas e alegrias resoluções, lutas e sonhos pela funcionalidade surgem na recontrução da vida humana daquilo que é pequeno. Reconstrução essa que depende de uma série de concepções, escolhas, "recortes" feitos pelo historiador químico: desde a definição do trabalho (tema, projeto, método de pesquisa) até a seleção das fontes históricas lógicas que interessam a pesquisa."
De exatas??
"A Compreenção entre
De exatas??
Sobre as Matérias de Humanas e a Ciência
Descobri porque as matérias de ciência são tão exatas e as matérias de humanas não são! Ah, é tão simples, não sei porque demorei tanto tempo para entender. É porque as ciências têm como objeto de estudo algo que é verificável, que você pode pegar, tocar, ver ou ouvir; enquanto as matérias de humanas têm como objeto de estudo algo que você não pode fazer nada disso, pode apenas sentir. A única certeza que você têm de que o Estudo Humanístico existe é o seu sentimento. É por isso que é muito mais fácil ter certeza sobre algo científico, porque aí tem-se muito mais fatores envolvidos. Enquanto em algo de humanas tem-se apenas envolvido um fator.
Ps.: esqueçam o termo "ciências humanas". Ele é completamente contraditório dentro deste contexto...
Ps.: esqueçam o termo "ciências humanas". Ele é completamente contraditório dentro deste contexto...
Pobres revolucionários
Os revolucionários de Revolução Francesa eram apenas aqueles que sofriam e queriam fazer algo contra isso mas não sabiam exatamente o que, só sabiam que o capitalismo tinha alguma coisa a ver com isso. Quero dizer, os revolucionários pobres da Revolução Francesa...
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Sobre Meus Gostos
Então tudo o que você gosta tem um motivo e um objetivo.
Ter um motivo significa que você não gosta de tal coisa desde que nasceu (gostar é um produto do meio, não dos genes).
Ter um objetivo faz com que pensemos em o que será daquilo que gostamos depois que tivermos alcançado o objetivo.
Então eu gosto de história pelo mesmo motivo que eu gosto de literatura: essas matérias "são assim e ponto". História é algo que aconteceu no passado que você pode apreciar e ponto, que você pode observar e analizar e ponto (e esse é o objetivo). Literatura é igual, apenas no lugar de apreciar o passado, aprecia-se a psicologia.
E eu gosto de matemática pois eu preciso de alguma coisa lógica na minha vida para ter certeza de que eu ainda não estou louca. Porque a matemática é sempre real, certo? E a loucura é não conseguir perceber a realidade. Maso objetivo não é apenas ter certeza de que não se está doido, mas também descobrir coisas com a sanidade.
Eu também gosto de física pelo motivo de que, com ela, consegue-se entender o que se repete nas etapas dos acontecimentos, então pode-se causar essas repetições para refazer os acontecimentos quando e onde os homens quizerem (e esse é o objetivo).
Eu não gosto de biologia, química e nem geografia já que não sinto e por consequência eu não entendo os motivos e nem os objetivos para uma pessoa gostar dessas matérias.
Mas é engraçado que os professores não citam esses motivos e nem esses objetivos que disse, quando falam sobre suas matérias...
Leitores, gostariam de falar sobre os gostos de vocês nos comentários? Se quiserem, claro ;)
Ter um motivo significa que você não gosta de tal coisa desde que nasceu (gostar é um produto do meio, não dos genes).
Ter um objetivo faz com que pensemos em o que será daquilo que gostamos depois que tivermos alcançado o objetivo.
Então eu gosto de história pelo mesmo motivo que eu gosto de literatura: essas matérias "são assim e ponto". História é algo que aconteceu no passado que você pode apreciar e ponto, que você pode observar e analizar e ponto (e esse é o objetivo). Literatura é igual, apenas no lugar de apreciar o passado, aprecia-se a psicologia.
E eu gosto de matemática pois eu preciso de alguma coisa lógica na minha vida para ter certeza de que eu ainda não estou louca. Porque a matemática é sempre real, certo? E a loucura é não conseguir perceber a realidade. Maso objetivo não é apenas ter certeza de que não se está doido, mas também descobrir coisas com a sanidade.
Eu também gosto de física pelo motivo de que, com ela, consegue-se entender o que se repete nas etapas dos acontecimentos, então pode-se causar essas repetições para refazer os acontecimentos quando e onde os homens quizerem (e esse é o objetivo).
Eu não gosto de biologia, química e nem geografia já que não sinto e por consequência eu não entendo os motivos e nem os objetivos para uma pessoa gostar dessas matérias.
Mas é engraçado que os professores não citam esses motivos e nem esses objetivos que disse, quando falam sobre suas matérias...
Leitores, gostariam de falar sobre os gostos de vocês nos comentários? Se quiserem, claro ;)
segunda-feira, 15 de abril de 2013
O Que Eu Entendi Sobre "O Início do Egito"
Então no passado os seres humanos eram nômades.
Até
que um grupo de seres humanos achou um rio. Eles descobriram que o rio
podia fazer uma parte do trabalho deles para eles, a de achar comida (no
caso, o rio sempre achava comida debaixo da terra que ficava ao redor
dele), enquanto eles precisavam apenas fazer a parte de andar até a
beira do rio e pegar esta comida (e comê-la, obviamente). O rio achava
comida em períodos regulares, sem tanta dependência do acaso. Antes, ao
andarem rumo ao desconhecido até achar comida eles mesmos, eram
completamente dependentes do acaso, o que de vez em quando acabava em
faltar ou sobrar comida. Por isso, os seres humanos não gostavam do
acaso, o que os
fez gostar muito dessa substituição de parte de seu trabalho pelo
trabalho do rio. Era, na verdade, uma relação de inquilinismo (+,0). Os
seres humanos se beneficiavam pois obtinham comida regularmente (+), e o
rio ficava indiferende pois esta comida ele obtinha no seu ir e vir
corriqueiro de "ano à ano" (pois o rio não conta seu tempo em dias para
que eu possa dizer dia à dia) sem se dar muita conta de que fazia isso,
uma vez que ele nem se quer se alimentava daquilo (0). Acabou,
inclusive, que por essa relação de inquinismo com o rio, os seres
humanos deixaram de ser nômades.
Esse trabalho em parceria com o rio deu aos seres humanos
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