Então tudo o que você gosta tem um motivo e um objetivo.
Ter um motivo significa que você não gosta de tal coisa desde que nasceu (gostar é um produto do meio, não dos genes).
Ter um objetivo faz com que pensemos em o que será daquilo que gostamos depois que tivermos alcançado o objetivo.
Então eu gosto de história pelo mesmo motivo que eu gosto de literatura: essas matérias "são assim e ponto". História é algo que aconteceu no passado que você pode apreciar e ponto, que você pode observar e analizar e ponto (e esse é o objetivo). Literatura é igual, apenas no lugar de apreciar o passado, aprecia-se a psicologia.
E eu gosto de matemática pois eu preciso de alguma coisa lógica na minha vida para ter certeza de que eu ainda não estou louca. Porque a matemática é sempre real, certo? E a loucura é não conseguir perceber a realidade. Maso objetivo não é apenas ter certeza de que não se está doido, mas também descobrir coisas com a sanidade.
Eu também gosto de física pelo motivo de que, com ela, consegue-se entender o que se repete nas etapas dos acontecimentos, então pode-se causar essas repetições para refazer os acontecimentos quando e onde os homens quizerem (e esse é o objetivo).
Eu não gosto de biologia, química e nem geografia já que não sinto e por consequência eu não entendo os motivos e nem os objetivos para uma pessoa gostar dessas matérias.
Mas é engraçado que os professores não citam esses motivos e nem esses objetivos que disse, quando falam sobre suas matérias...
Leitores, gostariam de falar sobre os gostos de vocês nos comentários? Se quiserem, claro ;)
Porque podemos tornar o ano de preparação para o vestibular em algo interessante, e talvez até divertido.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
O Que Eu Entendi Sobre "O Início do Egito"
Então no passado os seres humanos eram nômades.
Até
que um grupo de seres humanos achou um rio. Eles descobriram que o rio
podia fazer uma parte do trabalho deles para eles, a de achar comida (no
caso, o rio sempre achava comida debaixo da terra que ficava ao redor
dele), enquanto eles precisavam apenas fazer a parte de andar até a
beira do rio e pegar esta comida (e comê-la, obviamente). O rio achava
comida em períodos regulares, sem tanta dependência do acaso. Antes, ao
andarem rumo ao desconhecido até achar comida eles mesmos, eram
completamente dependentes do acaso, o que de vez em quando acabava em
faltar ou sobrar comida. Por isso, os seres humanos não gostavam do
acaso, o que os
fez gostar muito dessa substituição de parte de seu trabalho pelo
trabalho do rio. Era, na verdade, uma relação de inquilinismo (+,0). Os
seres humanos se beneficiavam pois obtinham comida regularmente (+), e o
rio ficava indiferende pois esta comida ele obtinha no seu ir e vir
corriqueiro de "ano à ano" (pois o rio não conta seu tempo em dias para
que eu possa dizer dia à dia) sem se dar muita conta de que fazia isso,
uma vez que ele nem se quer se alimentava daquilo (0). Acabou,
inclusive, que por essa relação de inquinismo com o rio, os seres
humanos deixaram de ser nômades.
Esse trabalho em parceria com o rio deu aos seres humanos
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